O coronavírus é eliminado em 10 segundos em superfícies com a aplicação de névoa ozonizada em testes realizados pelo Instituto de Biologia da UNICAMP. Os testes foram feitos pela Professora Doutora PHD Clarice Weis Arns e solicitado pela empresa myOZONE Geradores de ozônio para validar equipamento que incorpora o gás ozônio em névoa produzida por aparelho ultrassônico.

O equipamento faz parte do projeto desenvolvido pela empresa de criação de um túnel sanitizante de pessoas que será usado por empresas e órgãos públicos como medida adicional na diminuição das infecções pelo coronavírus.

O coronavírus é eliminado em 10 segundos de que forma?

A incorporação do gás ozônio nas gotículas de água da névoa garante, que o gás ozônio entre em contato com a superfície de roupas, pele e cabelo de forma mais eficiente e ocorra a ação virucida e bactericida característica do ozônio.

É importante entender como o ozônio age em microrganismos e porque uma célula morre com o ozônio. Quando uma célula se estressa por ataque de fungos, vírus ou bactérias, seu nível de energia é reduzido pela fuga de elétrons e ela se torna eletropositiva. Nessa condição em um nível molecular, os elétrons que fogem, são chamados de elétrons livres, que é o mesmo que dizer que estão mais distantes do núcleo do átomo.

A oxidação de células bacterianas via contato de ozônio ocorre dentro de 1 à 10 segundos.

O ozônio tem um pequeno elétron livre com carga elétrica no terceiro átomo de oxigênio que procura equilibrar-se eletricamente com outro material, microrganismo com uma carga elétrica negativa correspondente não equilibrada. Ao reagir com microrganismos, poluentes, volta ao seu estado natural: o oxigênio (O2).

Células doentes, vírus, bactérias perigosas e outras patogenias carregam essa carga negativa e atraem ozônio e seus derivados. Células de saúde normal não conseguem reagir com ozônio ou seus derivados, já que possuem carga elétrica equilibrada e um sistema de enzimas forte.

Coronavírus é eliminado em 10 segundos

O túnel de desinfecção expõe as pessoas ao gás ozônio puro?

Outro teste solicitado foi o de efeito do ozônio em células vivas e saudáveis, que fazem o papel no teste, da pele humana. na conclusão do laudo emitido pela UNICAMP a Professora Doutora Clarice Arns conclui:

A mistura “ÁGUA E NÉVOA OZONIZADA” não apresentou toxicidade à linhagem celular testada, portanto, não causaram danos as células vivas in vitro;
Considerando que o houve inibição da contaminação viral, pode-se concluir que as misturas ÁGUA E NÉVOA OZONIZADA foram eficazes para a inativação/destruição de partículas virais, e, portanto, recomendamos o uso na forma PURA como potencial agente virucida para o vírus testados;
Em relação a “redução de infectividade viral” a mesma foi 99,99% para Coronavírus;
O tempo de contato mostrou ser ativo a partir de 10 SEGUNDOS para o vírus testado.
Portanto, recomendamos o uso do ÁGUA E NÉVOA OZONIZADA como potencial agente virucida para todos os vírus do grupo Coronavírus pelo tempo de contato de 10 SEGUNDOS.

O túnel sanitizante com névoa ozonizada é seguro

No Brasil para a área de alimentos a ANVISA e o Ministério da Agricultura, apesar de ainda não regulamentado, o uso do ozônio (O3), bem como outras atmosferas modificadas (O2, N2, CO2), não é proibido, e permite uma maior preservação das características originais dos produtos embalados aumentado a validade dos produtos. No reconhecimento da qualidade e segurança de seu uso, o ozônio já tem regulamentação pelo CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente), através dos decretos 3179/99, 410/2002 ou 430/2011. A ANVISA dispensa a publicação de RDC para uso de ozônio em alimentos.

Portanto, o gás ozônio que já é aplicado a muitos anos no tratamento de carnes, queijos, grãos, frutas e verduras para a desinfecção, degradação de agrotóxicos e conservação, agora é incorporado na água com o equipamento de névoa ozonizada  que emite mais de 60 milhões de gotículas por segundo.

Nasce então o primeiro sistema de desinfecção de pessoas totalmente seguro e com laudo técnico de uma Universidade reconhecida internacionalmente.

Para saber mais sobre o túnel sanitizante de pessoas e outras aplicações para o sistema de névoa ozonizada, entre em contato.

 

Vivaldo Mason Filho Diretor da myOZONE

Vivaldo Mason Filho é Administrador de Empresas e Especialista em Análise de Sistemas pela PUCCAMP, Especialista e Mestre em Engenharia pela USP. Empresário e especialista na implantação de ozônio para indústrias de alimentos. Atuou por 11 anos como Professor nos cursos de graduação e pós-graduação de Administração, Comércio Exterior e Engenharia de Produção. É atual vice-presidente da Associação Brasileira de Ozônio – ABRAOZÔNIO.